Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2005

When she Believes

Acordei a ouvir Ben Harper – When She Believes.
Que boa maneira de acabar o Ano de 2005
Vou deixar aqui a letra para vocês lerem…

Well the good Lord
Is such a good Lord
With such a good mother too
They have blessed me
They have blessed me
In the good graces of you

Now I, I have heard
a hundred violins cryin'
And I, I have seen
a hundred white doves flyin'

But nothing is as beautiful
As when she belives

How good it must feel
To be so young
Young and free
And the song that pleases a queen
Will always please me

Now I, I have learnt
the wisest of wisdom
And I, I have dined
in palaces and kingdoms

But nothing is as beautiful
as when she believes
When she believes

Now all of life
Is just passing the time
Until once again
Your eyes look into mine

Now I, I have been
Adored by a stranger
And I, I have heard
the whispering angel

But nothing is as beautiful
As when she believes

Adorei a ouvir-te ontem…. Amei todas as tuas Palavras….

Bom 2006 para todos Vocês…. Até Para o Ano

publicado por fartodotrabalho às 08:35
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Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2005

O Que escrevo!!!!!

O que escrevo? Ficções. Trânsitos de fadas e de magos no meu pensamento.
Súbitas explosões de criatividade.
O que escrevo? Sonhos. Coisas. Momentos. Ilusões.
O que escrevo? A verdade.

Não posso esquecer que passei quase 30 anos a estudar o mundo. Compreendi o
seu funcionamento, o que é fácil dado o mesmo ser baseado em lógicas
rudimentares. A minha forma de viver quase me levou à morte e, num certo
sentido, creio que houve alturas da minha vida em que estive morto. Se
sobrevivi e renasci, devo-o exclusivamente à fé de que tudo iria mudar e,
também, ao Amor.

Hoje o meu olhar é límpido. Hoje o meu olhar é claro e cortante.
Por isso, o que escrevo é a verdade. O que pressinto. Há uma grande visão da
qual ainda só me apercebo de fragmentos. Mas pressinto essa Unidade.
Pressinto esse paraíso. E o que escrevo são pistas que lanço a mim próprio
nessa direcção.
Um dia, vou deixar de escrever sobre o mundo. E será em breve.
No princípio da idade adulta, escrevia muito sobre a falsidade das religiões
instituídas. Depois, deixei de o fazer porque ascendi a um outro patamar.
E sinto que, a passos largos, o mesmo sucederá com o mundo.
E para o patamar que vislumbro levarei o que no mundo é Pureza, Beleza, Cor,
Desígnio. Não enlouquecerei. A cada dia estou mais lúcido. Mais solar. Mais
luminoso. Mais perto da Beleza e da Pureza.

E, na génese, é sempre assim que a vida começa, e é por isso que tudo o que
nos ensinam é mentira, e é por isso que o verdadeiro renascimento do
espírito é o retorno às luzes primordiais dos dias da infância.

publicado por fartodotrabalho às 13:30
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Terça-feira, 27 de Dezembro de 2005

É de manhã

É de manhã que as luzes são mais fortes, mais puras, mais cortantes

É nessa limpidez de lâmina que vejo com mais clareza a força de destino
Que trazes à minha vida, aos meus dias, a cada minuto de cada hora, sem que, tantas vezes, eu desse milagre me aperceba.

A vida passa, continuamente, e tudo nos parece uma interminável sucessão de acontecimentos, de coisas que levam umas às outras, pontos mortos para descansarmos.

E no fim disto tudo, o que temos são os dias que se somam, a idade que aumenta, às vezes uma indelével sensação de tempo perdido que fica em cada momento que passa.

Porque há que pensar. Porque há que saber exactamente o que fazemos aqui.
Porque há que encontrar no meio das coisas ou fora delas, o grande sentido da nossa vida, a paixão maior, a grande força orientadora.

A minha vida é isto. Sempre foi isto. Todos os anos de vida foram isto. A busca, a procura, o querer achar esse algo, essa coisa, isso que me motivasse e me superasse.
Os anos passam, e a consciência que ganhamos é que é nos próprios dias que devemos procurar. Não é na filosofia, na sociologia, na literatura, no academismo da poesia, na intelectualidade vazia dos nossos tempos. Não é aí.

É aqui. Na manhã. Nas luzes fortes. Puras.

No teu sorriso cortante.

Na limpidez de lâmina das escolhas que, serenamente, fazemos.


publicado por fartodotrabalho às 21:12
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Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2005

Prendas de Natal

De todas as prendas de Natal, tive duas que ADOREI
Dois Beijos que ainda hoje passado Três Dias ainda os estou a Saborear

Duas Mensagens escritas:

“ És muito Bom ter alguém como tu na minha vida, adoro-te muito muito, és muito importante para mim” Sms recebida a 24/12 ás 15.59

“Então, bom dia. Muitas Prendas? O que mais queria era ter acordado contigo hoje, Beijinhos” Sms recebida a 25/12 as 11.59

publicado por fartodotrabalho às 09:25
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Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2005

Feliz Natal

No Natal pela manhã
Ouvem-se os sinos tocar
E há uma grande alegria, no ar

A todos um Bom Natal
A todos um Bom Natal
Que seja um Bom Natal, para todos vós
Que seja um Bom Natal, para todos vós

Nesta manhã de Natal
Há em todos os países
Muitos milhões de meninos, felizes

A todos um Bom Natal
A todos um Bom Natal
Que seja um Bom Natal, para todos vós
Que seja um Bom Natal, para todos vós

Vão aos saltos pela casa
Descalças ou com chinelos
Procurar suas prendas, tão belas

A todos um Bom Natal
A todos um Bom Natal
Que seja um Bom Natal, para todos vós
Que seja um Bom Natal, para todos vós

Depois há danças de roda
As crianças dão as mãos
No Natal todos se sentem irmãos

A todos um Bom Natal
A todos um Bom Natal
Que seja um Bom Natal, para todos vós
Que seja um Bom Natal, para todos vós

Se isto fosse verdade
Para todos os Meninos
Era bom ouvir os sinos tocar.

A todos um Bom Natal
A todos um Bom Natal
Que seja um Bom Natal, para todos vós
Que seja um Bom Natal, para todos vós

Venho aqui desejar-vos um bom Natal. É tão bom sermos pequeninos e ainda acreditar no "Pai Natal"!!!!

publicado por fartodotrabalho às 08:12
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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2005

Para Ti

Ainda que seja mais para mim do que para ti, falar para ti é, muitas vezes, uma forma de me reencontrar, de simplificar o que me rodeia e, assim, ver como evidente o caminho a seguir.
O caminho a seguir é o da verdade. O caminho a seguir é o de mim para mim próprio, para que possa estar mais próximo de ti, mais próximo (efectivamente próximo) de todos aqueles que me rodeiam e me amam.
O caminho é ser um pouco como tu. Ou melhor, é ser muito como tu. É reduzir as coisas à tua dimensão ou, mais certamente, elevá-las à tua dimensão.
Na tua dimensão, as coisas tornam-se claras, e revela-se evidente o caminho a seguir. Os caminhos, muitas vezes, encontram-nos repletos de dúvidas, de medo de podermos errar, falhar, tomar decisões contraproducentes. Então temos que fazer como tu fazes. Olhar para o que sentimos que queremos, olhar para o que, no fundo de nós, sentimos estar correcto.
Isto é mais importante ainda quando compreendemos que esse caminho não será, num primeiro momento, fácil. É provável que, num determinado momento, nos encontremos sozinhos. Alguém me disse que nunca estamos sozinhos porque o amor está em toda a parte. Talvez assim seja, de facto. Mas visto o caminho correcto, mesmo que sozinhos, não nos resta outra opção que não seja segui-lo. Onde irá dar este caminho? Onde irão dar todos os caminhos? Nunca podemos saber a priori. Mas podemos, porém, saber que se nos seguirmos a nós próprios, se seguirmos a parte de nós que é capaz de dar, não existe acontecimento futuro que nos possa tirar esta coisa essencial: o gostarmos de nós. O gostarmos de quem somos. E isso, isso vale tudo. Isso mata as noites pesadas, isso suporta os dias difíceis.
Falar para ti e falar de mim. Sempre, ao longo deste tempo, tenho aqui falado de ti (e de mim também, num certo sentido), mas agora é mesmo de mim que te falo.
Para que saibas que as coisas que mudaram em mim, mudaram porque urge viver a vida num caminho que nos aproxime de nós próprios, do que de melhor podemos ser. Porque só assim também poderemos estar mais próximos dos outros.
Para que saibas que talvez os próximos tempos seja complicados. Não para ti, de nada te aperceberás, porque eu sou uma redoma que te protege. Porque és a pessoa mais importante da minha vida e dos meus lábios verás sempre um sorriso, um sorriso verdadeiro, verdadeiro por te amar.
Mas serão complicados, provavelmente.
Mas, com a força de um regresso a mim próprio, encontrar-me-ei no fim desse caminho. E serei uma pessoa melhor.
E eu precisava que tu, ainda que seja daqui a 10 anos, soubesses que no dia 16 de Novembro de 2005 eu precisei, para encontrar toda a força em mim, de te escrever, de procurar a tua visão do mundo.
Toda a força se encontra em ti.
Como um dia se encontrou em mim.
Efectuo o caminho de regresso. A mim.
Por mim.
Por ti.
Para ti.


( Este texto já o Publiquei no dia 16/11/2005)

publicado por fartodotrabalho às 09:08
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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2005

Desarrumação ( Conclusão )

Assim como uma conclusão, eu hoje sou o fruto do meu passado.
Em todas os relacionamentos que até hoje tive aprendi sempre alguma coisa. Tenho uma filosofia muito própria, duas pessoas quando se conhecem, conhecem-se porque tem que aprender algo uma com a outra… Entendem-me?
Com a minha primeira namorada Melanie aprendi o poder que uma mulher tem sobre o homem…
Com a Daniela aprendi que não se deve brincar com os sentimentos de alguém…
Com a Marta aprendi a ……
Com a Beta aprendi que a futilidade não nos leva a lado nenhum. Há que ser simples, só assim é que vivemos e gozamos os prazeres da Vida. Aprendi também a dividir o meu espaço com alguém, sim porque acabei por dividir o mesmo espaço com ela…
Com a Ana aprendi “a não olhar só para o meu umbigo” (não ser egoísta) e aprendi que “podemos ser felizes com o que temos…
Com Sónia aprendi que por vezes o silêncio vale mais que mil palavras, e aprendi também que “nem tudo pode ser como nós queremos”…
Agora com a Sara estou a aprender a Amar…


Escrevi isto a ouvir Diana Krall – Just the way you are; Pedro Abrunhosa – Agarra-me esta noite; George Michael – Careless Whisper; Mafalda Veiga – Cada Lugar Teu; Ana Carolina – Eu e você; Pedro Abrunhosa – Lua; Pixies – Here comes your man; Ana Carolina – Evidências;

publicado por fartodotrabalho às 13:35
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Terça-feira, 20 de Dezembro de 2005

Desarrumação ( Parte 2 )

O que perdura de nossos relacionamentos passados?
A verdade (crua e muitas vezes sórdida) das decepções, dor, zangas e questionamentos que filtramos após o fim da relação? Os lampejos de felicidade, momentos de ternura, aqueles instantes mágicos de cumplicidade que eternizam a lembrança dos amores mal resolvidos? A mentira que criamos para nos conformarmos e aceitar o fim? O politicamente correcto que repetimos aos conhecidos e testemunhas da relação que acabou? Rancor e amargura, ou a amizade, o desprendimento, o desejo de felicidade recíproca?
De cada final de relação fica o que queremos guardar na lembrança, o que a consciência rabisca no caderno de anotações do nosso próprio medo e dos rótulos que, mesmo sem intenção, criamos à medida que a convivência cria raízes e forma nossa personalidade. Guardamos o rascunho que imaginamos encapsular cada relacionamento passado, colocando etiquetas explicativas e reescrevendo o manual de conduta para relacionamentos futuros. Que de nada adianta, é verdade. A realidade de cada paixão que findou é distinta não apenas ao mundo de fora, mas tem versões diferentes em cada um dos envolvidos. Enquanto um prefere guardar as lições aprendidas nos erros de percurso, o outro se ocupa em achar culpados. Enquanto um faz do passado um espelho que dá formas ao amor-próprio, o outro prostra-se em frente à própria imagem com a íntima convicção de que nunca será feliz da maneira que merece. Não gostará do que vê reflectido porque a imagem que enxerga é a de uma pessoa descrente e ao mesmo tempo louca para se entregar ao primeiro cavalo encilhado ou à princesa adormecida mais próxima. E, fica, assim, numa eterna linha circular ao redor das projecções de amores-perfeitos e ideais, até descobrir que eles não existem.
Se podemos optar, porque não apimentar as desilusões com um pouco do aprendizado? As histórias que guardamos são como um turbilhão d'água que o tempo se encarrega de evaporar. O filete que fica, no final, é a sentença, a prova da importância daquela pessoa em nossa existência. Às vezes o filete se transfigura numa gostosa nostalgia, num ponto de referência onde afirmamos, sem pestanejar: "aquela pessoa fez diferença, foi especial". Noutras se resume numa lembrança destemperada e ruim que mostra amargura, inconformismo e culpa por um fracasso que ambos criaram e cujos factores não podem ser levados à tona porque o naufrágio está consumado e não há como resgatar fantasmas. Sim, há pessoas que não nos acrescentam muita coisa, de quem não carregamos nada além de tristeza e arrependimento. Mas a opção em dar um valor desmesurado a elas é nossa, para que carregarmos isso quando há outras que nos foram tão mais importantes? Somos mais substituíveis que imaginamos à lembrança daqueles que já nos foram imprescindíveis, então por que não usar da mesma estratégia em dar valor ao que se apresenta agora, às pessoas que se avizinham, sem deixar que nossos estereótipos atrapalhem o senso de julgamento?
Lidar com as próprias lembranças não significa mentir nem modificar factos, mas sim colocar as mãos na caixa de Pandora de cada relação e retirar delas o que nossa consciência sugere que carreguemos pela vida. Podemos ser acusados de sonhadores simplistas por carregar apenas lembranças boas e construtivas e atirar pela janela os momentos ruins, ou de eternos mal-amados se as lembranças ficam permeadas de pessimismo, descrença e culpa, num filtro que impede a visão de qualquer aspecto positivo das pessoas que passaram por nossas vidas. Já que amar sempre requer esperança, confiança e entrega das vulnerabilidades, nada mais justo que pegar de cada relação passada instantes de felicidade aos de decepção. Se o painel de vida que mostramos aos outros é do tamanho das nossas próprias expectativas, melhor que ele tenha a aparência da ternura e do agradecimento àqueles que ajudaram a construi-lo

publicado por fartodotrabalho às 14:38
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Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2005

Desarrumação

Arrumei, outrora, um pecado meu
como costumo arrumar tudo mais.
Pensei, naquela altura, que jamais
abriria esse armário cor de breu.

Enganei-me. A vida prega, afinal,
estas partidas: remexe gavetas,
abre memórias, cava valetas.
Apunhála-nos de forma brutal.

P'ra já, vem de mansinho e com balelas.
Ilumina esquinas em tons dourados,
leva-nos a esquecer erros passados

E pinta-nos miríades de telas.
Depois, apaga a luz e o triste fado
mostra o que em mim ficou desarrumado


Escrito a ouvir "If I could turn back time" Cher

"If I could turn back time, if I could find a way
I'd take back those words that hurt you, and you'd stay
If I could reach the stars I'd give them all to you
Then you'd love me, love me like you used to do
If I could turn back time"

publicado por fartodotrabalho às 13:32
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Domingo, 18 de Dezembro de 2005

Sonhar

Sonhar e bom
e optimo
Mas viver
e muito melhor
Porque quando sonhamos
nao pensamos em acordar
E quando vivemos
temos medo de sonhar
Porque quem ama sofre
quem sofre luta
e vence...
Por causa disso
quero amar
para um dia poder dizer
Sonhei e sofri,
mas lutei e venci

publicado por fartodotrabalho às 01:06
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